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terça-feira, 20 de novembro de 2012

Respostas...Onde encontrá-las?






Sempre acreditei que minhas respostas estivessem nos livros...
Aí você cresce, torna-se adulto e ainda não sabe que as melhores respostas, são as que você fabrica, vivendo. Pois é, são as experiências. Elas podem até serem dolorosas.
Mas fazem crescer.
Fora as crenças. Aquelas que hoje parecem absurdas. Como assim? Já acreditei nisto? Já, sim. No amor eterno, no casamento como única forma de unir duas pessoas que se amam... Que podia ser a outra parte da laranja...
Ainda bem que o tempo passa e ficamos mais antenadas.
E aí, um dia a casa cai...e lá vamos nós construir tudo de novo.
Melhor, fazer uma lista para ir ao super mercado. Sabe como é?
É perigoso, sair sem uma lista. Você compra o que já tem, o que não precisa e deixa de trazer o que precisa com urgência...
Claro que isto é uma metáfora...
Mas adoro livros, e eles me dão parte das respostas que preciso. A outras, fabrico, invento e respondo  por elas. Sabe como é? Não sou perfeita. então posso me dar mal, acertar. Estas coisinhas próprias de quem é  mortal, está aqui temporáriamente e escreve. escreve...
Para ver se vai dar em algum lugar, ou se sentir melhor.
"Viver é um risco" mas não acreditamos nisto e seguimos por aí, pensando que somos imortais...

Um dia visto pela janela...

Anny(@Annyllinha)

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Já pensou em libertar um livro?

Ah, você já pensou em libertar um livro?
Não? Nada melhor do que o desapego e pode começar com um livro. Aquele que você não tem muito apreço, escolheu errado (acontece, né), não conseguiu ler, ganhou e não gostou, etc...
Comece assim e vai ver que libertar um livro é isto. Deixá-lo ir para onde alguém quer ler, apreciar, sonhar...
A magia do livro é esta. Faz com que viajemos nas palavras, sentimentos e pontos de vista do autor. Só que a imagem interna é nossa. Por isto não gostamos de certos filmes, que vieram de livros que lemos...
E pode acontecer o contrário também. Li o livro 24 horas e gostei mais do filme...
A primeira vez que abandonei um livro, deixei na mesa da uma portaria  do meu prédio. Não coloquei recado, nem pedi que fosse lido e depois repassado. Nada. Deixei que ele seguisse seu curso, sozinho. Livros não são para ler? Então...
Na segunda vez, dei um livro para minha vizinha. Era aniversário dela. E em seguida, fui ficando viciada em abandonar livros. Livros sem ler ou que já li e não vou ler mais, já tem destino certo. Vai ser libertado. Tem gente que gosta de um certo ritual, tudo bem. Faça o seu. O meu é rápido e certeiro. Penso nele e vou me despedindo para que faça boa viajem e seja feliz em outras mãos.
Quer saber? Nem sempre fui assim. Era apegada com meus livros. Tão apegada que lembro qual foi o primeiro livro que uma colega me pediu emprestado e nunca mais devolveu...
Fiquei anos remoendo isto, até que pensei "Quem sabe o livro roubado fez bem a quem roubou?" O livro era sobre Ganghi. Ele deve ter cumprido sua missão. E nunca mais pensei no assunto...
Bom espero que você esteja pensando em libertar um livro...Ele e quem vai ler te agradece. Amém!
E você pode acompanhar tudo no blog de Luma, a luz azul da blogosfera.
Boa sorte!
Anny(@Annyllinha)

domingo, 30 de outubro de 2011

Manhã de primavera...


Fechei as janelas. Está chovendo mas o dia continua lindo. Mistério da natureza ...
Todos os dias,  preciso dançar no precipício da incerteza e ter consciência de mim mesma...
Porque certeza, não tenho de nada. Nem do que amigos pensam, nem se você está lendo o que está escrito aqui.
A vida é feita assim. Não temos poder sobre nada.
Mas gostamos de pensar que sim.
Conforta pensar que sei sobre os sentimentos dos amigos, Mas não sei. Muitas coisas confortam mas não temos poder sobre elas.
Posso citar muitas: barulho de chave na porta (seu filho chegando), barulho da chuva ( você bem no quentinho da cama), um sorriso acolhedor de uma pessoa no ônibus, pessoas que dizem ter um canto no mundo e que este canto é a cozinha, gente que gosta de ler. pessoas que amam poesia) , saber que queimar panelas é muito mais comum do que penso...
E muitas coisas que acontecem com a gente, mas pensamos que não. Temos mania de pensar que o erro é só nosso.
Errar é privilégio de quem faz, vive, faz de novo até acertar ou transforma noutra coisa. Já que aquele é impossível de ser conforme o primeiro croqui...
Escrever tem este poder. Pode ser um texto que conta como minha experiência não deu certo. Como hoje, desejei mostrar como estava minha janela...
Mais um conforto: meu filho me telefonando para ir almoçar com ele...

Não è uma delicia? E logo hoje que acabei de queimar o feijão?

Anny(@Annyllinha)

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Quando Deus ...



Hoje li uma crônica de Martha Medeiros, onde ela pergunta: "Quando Deus aparece para você?"
Fiquei pensando no assunto...
E percebi que Ele aparece nos pequenos e grandes detalhes. Quando estou distraída ou atenta.  E esta foto, é ou não é um presente de Deus?
O livro: "Feliz por Nada"- pág 13 - 
"Quando Deus aparece",  nome da crônica. Quer mais?  Ah, tem. Uma pessoa maravilhosa, me ofereceu ajuda. Um nome de luz: Luma.  E por aí vai...
Nas preces que faço pelos meus filhos, nas frases de um livro que acabei de ler....
Ao acordar de manhã e sentir o perfume do café da manhã.
Ver as cores do dia entrando pela janela. Que pode ser cinza ou colorido como este da foto...

Anny(@Annyllinha)