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terça-feira, 20 de novembro de 2012

Respostas...Onde encontrá-las?






Sempre acreditei que minhas respostas estivessem nos livros...
Aí você cresce, torna-se adulto e ainda não sabe que as melhores respostas, são as que você fabrica, vivendo. Pois é, são as experiências. Elas podem até serem dolorosas.
Mas fazem crescer.
Fora as crenças. Aquelas que hoje parecem absurdas. Como assim? Já acreditei nisto? Já, sim. No amor eterno, no casamento como única forma de unir duas pessoas que se amam... Que podia ser a outra parte da laranja...
Ainda bem que o tempo passa e ficamos mais antenadas.
E aí, um dia a casa cai...e lá vamos nós construir tudo de novo.
Melhor, fazer uma lista para ir ao super mercado. Sabe como é?
É perigoso, sair sem uma lista. Você compra o que já tem, o que não precisa e deixa de trazer o que precisa com urgência...
Claro que isto é uma metáfora...
Mas adoro livros, e eles me dão parte das respostas que preciso. A outras, fabrico, invento e respondo  por elas. Sabe como é? Não sou perfeita. então posso me dar mal, acertar. Estas coisinhas próprias de quem é  mortal, está aqui temporáriamente e escreve. escreve...
Para ver se vai dar em algum lugar, ou se sentir melhor.
"Viver é um risco" mas não acreditamos nisto e seguimos por aí, pensando que somos imortais...

Um dia visto pela janela...

Anny(@Annyllinha)

domingo, 29 de janeiro de 2012

Escrever é costurar para dentro. Funciona assim meio que uma conversa comigo mesma. Assuntos que ainda não foram resolvidos, sentimentos escondidos. Tudo transformado em letras que podem dizer alguma coisa e também podem não revelar o que é para ser percebido...

Anny(@Annyllinha)

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Vai um livro aí?...



Acabei de ler dois livros muito bons. E livros para mim são amigos inseparáveis. Nas horas boas e nas ruins. Todas elas cabem um livro. Inclusive na Insônia de @fiodeariadne.
Claro que se você ler um livro que tem vampiros, almas penadas, ETs não vão facilitar seu sono. Mas o livro Dez (Quase) amores - de Cláudia Tajes é tudo de bom e mais um pouco. Saber que as histórias dela podem até ser inventadas e são, causam um certo alivio... Recomendo para  insones e para quem gosta de lembranças de velhos tempos de escola (universidade).
O outro livro é da Psicanalista Ana Beatriz Barbosa Silva: Mentes perigosas. Um livro que toda mulher com companheiros violentos, precisam ler. Psicopatas existem e talvez bem  perto e não sabemos. E a psicanalista informa: não têm cura. Infelizmente. Saber identifica-los, pode sim, fazer toda a diferença.


Sabe, este blog é para fazer minhas costuras internas. Aquelas que às vezes não sei como agir, não sei o que pensar (bem perdida). Nem...resolve. Então venho aqui contar como é ficar assim. Só com as palavras e entre elas alguma coisa que está desenhado nas entrelinhas. Nem eu posso ver, mas posso sentir...


Anny(@Annyllinha

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Já pensou em libertar um livro?

Ah, você já pensou em libertar um livro?
Não? Nada melhor do que o desapego e pode começar com um livro. Aquele que você não tem muito apreço, escolheu errado (acontece, né), não conseguiu ler, ganhou e não gostou, etc...
Comece assim e vai ver que libertar um livro é isto. Deixá-lo ir para onde alguém quer ler, apreciar, sonhar...
A magia do livro é esta. Faz com que viajemos nas palavras, sentimentos e pontos de vista do autor. Só que a imagem interna é nossa. Por isto não gostamos de certos filmes, que vieram de livros que lemos...
E pode acontecer o contrário também. Li o livro 24 horas e gostei mais do filme...
A primeira vez que abandonei um livro, deixei na mesa da uma portaria  do meu prédio. Não coloquei recado, nem pedi que fosse lido e depois repassado. Nada. Deixei que ele seguisse seu curso, sozinho. Livros não são para ler? Então...
Na segunda vez, dei um livro para minha vizinha. Era aniversário dela. E em seguida, fui ficando viciada em abandonar livros. Livros sem ler ou que já li e não vou ler mais, já tem destino certo. Vai ser libertado. Tem gente que gosta de um certo ritual, tudo bem. Faça o seu. O meu é rápido e certeiro. Penso nele e vou me despedindo para que faça boa viajem e seja feliz em outras mãos.
Quer saber? Nem sempre fui assim. Era apegada com meus livros. Tão apegada que lembro qual foi o primeiro livro que uma colega me pediu emprestado e nunca mais devolveu...
Fiquei anos remoendo isto, até que pensei "Quem sabe o livro roubado fez bem a quem roubou?" O livro era sobre Ganghi. Ele deve ter cumprido sua missão. E nunca mais pensei no assunto...
Bom espero que você esteja pensando em libertar um livro...Ele e quem vai ler te agradece. Amém!
E você pode acompanhar tudo no blog de Luma, a luz azul da blogosfera.
Boa sorte!
Anny(@Annyllinha)